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B*=Vpz&.6=DLRYbj{		%	.	6	8	C	K	S	[	c	k	u	}					2zhInH{ "~$%'X(i)r+c-(/z02'356U9a:;=?@BCDF<HVI K+LMAOQ+RREUV*XZ[x]o`&aDacaaaaab'b0b8b@b\bpbbbbc:ckcccc dEdcddddddde"e(e.e4eMe\eweeeeeeeeef*f[f^fbfefiftfwfyfj^|Reproduzir sons?|Sim|No|176Histria|176Jogo Singular|176Opes|176Ajuda|176Sobre|176Sair|176Seleccionar Captulo|176Escolher um Jogo|176Amigos|176Decreto-Lei|176A Armadilha|176Justia|176Trancado|176Seguinte|176Iniciar Mini-Jogo|176Tentar de Novo|176Captulo Concludo|176Kit de Identificao|176Conjunto de Provas|176Escuta Telefnica|176Chave de Cdigo|176Perseguio|176Carreira de Tiro|176Menu Control|176Continuar|176Iniciar Novo|176Explicaes|176Pontuaes|176Dificuldade: ^|176Nvel Mximo|de Dificuldade!|176Result.: ^%|176Tens menos de ^%|176Demasiados erros -|tenta de novo!|176Acabou o tempo -|tenta de novo!|176Acabou o tempo -|tenta de novo!|176Perdeste o suspeito!|176No atingiste o mnimo!|176Parabns!|176Resolveste o crime!|176Correcto! Prime OK.|176Abriste a porta!|176Apanhaste o suspeito!|176Bom tiro!|176Tens a certeza que|queres reiniciar o|captulo desde o incio?|176Queres comear de|novo a partir do|primeiro nvel?|176O jogo actual ir|perder-se. Continuar?|176Ver a Soluo. O jogo|actual ir perder-se.|Continuar?|176Sair do jogo?|176Eliminar todos os jogos|guardados e as|pontuaes mximas?|176Queres inicial as|explicaes?|276Escolhe as caractersticas para|fazeres um retrato da cara do|suspeito. |276Segue as pistas e coloca cada|prova na sala correcta. |276Usa a informao de um|aparelho de escuta telefnica|para recriares um nmero de|telefone. |276Encontra a combinao para|abrires uma porta. |276Evita outros veculos e|ultrapassa o carro do suspeito.||276Testa a tua velocidade e|preciso de tiro. |276Tempo ^:|   276|                    276Tenta de novo para|conseguires uma|Pontuao Mxima!|276Bnus: ^|276Pontuao: ^|276Pontuao Total: ^|276Progresso no Nvel:|176Sim|176No|176Jogo em Pausa|176Continuar|176Ver a Soluo|176Soluo|176Menu Principal|176Som <Ligado>|176Som <Desligado>|176Limpar os Dados|kojtheo|leepang|mrgable|ebbing|barmen|pmdenis|racer|robber|criminal|suspect|176|          176|          176|          176|          176|          176|          176|          176|          176|          176|          176|          176^.|176^|0|.,-\@:!?/1|abc2ABC|def3DEF|ghi4GHI|jkl5JKL|mno6MNO|pqrs7PQRS|tuv8TUV|wxyz9WXYZ|||276Introduz o nome e prime OK.|176Continuar ou reiniciar|captulo?|276Apenas tens alguns segundos para olhares para a cara do suspeito. Prime para cima/para baixo para escolheres uma caracterstica e para a esquerda/para a direita para seleccionares uma variante. Quando tiveres terminado, selecciona o boto Verificar e prime OK para se a composio se aproxima do original. Prime Iniciar quando estiveres pronto. |276Coloca todos os objectos nas salas correcta com o menor nmero de erros possvel. Selecciona uma pista e prime OK para colocares um ou dois objectos nas salas. Quando ambos os elementos da pista estiverem posicionados correctamente, desaparecero. Ganhas quando j no houver mais pistas. Perdes se fizeres muitos erros. |276Apenas tens uns tantos minutos para completares e verificares o nmero. Prime Para a Esquerda/Para a Direita para seleccionares um dos botes de funo, e OK para activares. Uma o boto Reproduzir para veres os dados da escuta telefnica. Usa o boto Editar para introduzires os nmeros que faltam. Prime Para Cima/Para Baixo para mudares um nmero numa clula. Usa o boto Marcar para discares o nmero encontrado e verificares o resultado. Ganhas se achares o nmero correcto a tempo. |276Descobre o padro e preenche as clulas vazias. Prime Para a Esquerda/Para a Direita para escolheres uma clula e Para Baixo/Para Cima (ou uma tecla numrica) para mudares o nmero na clula seleccionada. Prime OK para verificares o resultado. Ganhas se conseguires abrir a porta a tempo. Mas se o tempo se esgotar, o jogo termina. |276Apanha um suspeito em fuga! Prime ParaCima/Para Baixo para meteres as mudanas e Para a Esquerda/Para a Direita para conduzires. Ganhas se ultrapassares o carro do suspeito. Perdes se te deixares atrasar muito ou se colidires com outro veculo. |276Tens um tempo limitado para marcares o nmero exigido de pontos. Prime Para Cima/Para Baixo/Para a Esquerda/Para a Direita para fazeres pontaria e OK para disparares. A arma recarrega automaticamente ao fim de cada 6 tiros. |Para Cima/Para Baixo ou '2' / '8' - seleccionar caracterstica.|Para a Esquerda/Para a Direita ou '4' / '6' - alterar a caracterstica seleccionada.|OK ou '5' - verificar o resultado. O boto de verificao deve estar seleccionado.|Para Cima/Para Baixo/Para a Esquerda/Para a Direita ou '2' / '8' / '4' / '6' - mover o cursor.|OK ou '5' - seleccionar uma dica ou colocar um objecto numa sala se estiver seleccionada uma pista.|Para a Esquerda/Para a Direita - escolher o boto de funo ou uma clula.|Para Cima/Para Baixo - mudar o nmero na clula seleccionada.|OK - premir o boto de funo ou parar.|Para a Esquerda/Para a Direita - mover o cursor.|Para Cima/Para Baixo - mudar o nmero numa clula seleccionada.|Tecla numrica - introduzir o nmero na clula seleccionada.|OK - verificar o resultado.|Para Cima/Para Baixo ou '2' / '8' - meter mudanas.|Para a Esquerda/Para a Direita ou '4' / '6' - conduzir para a esquerda ou direita.|OK ou '5' - aumentar a velocidade.|Para Cima/Para Baixo/Para a Esquerda/Para a Direita ou '2' / '8' / '4' / '6' - mover a perspectiva.|OK ou '5' - disparar.|276Para Cima/Para Baixo/Para a Esquerda/Para a Direita - mudar o objecto do menu.|OK - escolher o objecto do menu.|Tecla de funo direita - voltar ao ecr anterior.| |INTRODUO DE TEXTO:|Usado na tabela de Pontuaes Mximas para introduzir o nome do jogador.|Escreve o teu nome e Prime OK para o introduzires.|Tecla de funo direita - eliminar.|276Kojak: Detective puzzles.|Version: 1.0.02|Published by Ojom GmbH|(c) 2006 Ojom GmbH| |Kojak is a trademark and copyright of Universal Studios.  Licensed by Universal Studios Licensing LLLP.  All Rights Reserved.| |Designed by Reaxion Corp.|Reaxion is a registered|trademark or trademark of|Reaxion Corp. in the United|States and/or other countries.| |Reprogrammed by C4M| |using Rapid-M|Rapid-M (c) 2006 Ojom GmbH| |Build: d500|Language: Portuguese|276O nome  Kojak. Theo para os amigos, Senhor Kojak para os meus clientes. So de tipo varivel, todos diferentes mas todos iguais. E andam todos  procura de alguma coisa ou de algum. Porqu? Bem, isso  o que os torna diferentes uns dos outros. Alguns querem justia, outros querem vingana e outros ainda, apenas querem saber a verdade. Ento porque  que vo  polcia? Porque algo os est a impedir de resolver a coisa sozinhos. No sabem o que fazer, ou so demasiado honestos para o fazerem eles prprios, ou tm demasiado medo. Acho que nunca lhes ocorre que a polcia pode sentir o mesmo. Eu j vos explico o que isto quer dizer.|276A minha primeira histria parece muito simples mas havia nela algo mais do que as pessoas pensavam. A nica testemunha-um belo espcimen da juventude fina da cidade-sentava-se a olhar para o vazio, s vezes cantarolando para consigo mesmo ou dando gargalhadas como um idiota. Passou vrios minutos a examinar o padro da madeira do tampo da mesa. Esperei o tempo todo que ele precisou para descobrir como organizar as ideias, esperando que, antes de se ir abaixo, me pudesse dizer alguma coisa sobre a rapariga morta. Nem sequer tnhamos a identificao dela. Finalmente, ele comeou a dizer coisas que faziam sentido. Mencionou um fulano que tinha visto com ela num bar. Eu chamei um artista da polcia e juntos crimos um retrato rob.|276Eu conhecia aquela cara to bem quanto me conhecia a mim num espelho. Ron Taylor, conhecido por "Alfinete", ladro de bancos e artista do assalto. Ns sabamos que ele tinha organizado, pelo menos, uma dzia de trabalhos que ainda estavam nos ficheiros dos casos "por resolver", mas era esperto e cuidadoso. Nunca seramos capazes de conseguir nada contra ele em tribunal.|No entanto, o assassnio era uma vertente nova do negcio para ele. Poderia dar-nos uma hiptese de o apanharmos. Agarrei no retrato e dirigi-me ao bar.|276O bar tinha mais classe do que eu estava  espera, tanto para Ron como para aquele bairro. Mostrei o retrato ao barman e dei com o olhar dele a apontar por cima do meu ombro. Olhando em volta, vi de fugida um jovem que abandonava o bar  pressa.|Cheguei c fora mesmo a tempo para ele tentar atropelar-me com o carro. Este no era, de todo, o operacional de Ron Taylor. Decidi segui-lo. |276Nova Iorque no  o melhor lugar para uma perseguio automvel e um imenso engarrafamento facilitou as nossas hipteses de o alcanarmos. Estava  espera de encontrar Ron Tayler mas encontrei um assaltante de bancos diferente no banco do condutor. Gerald Buckstone, um falhado com um fraquinho por champanhe barato e discotecas rascas.|- Gerald, h quanto tempo! Ests com pressa?|- Hmm, Senhor Kojak! Eu ia em excesso de velocidade ou algo parecido?|- S queria cumprimentar. Olha l, tens visto o Ron Taylor ultimamente?|Quem? Nunca ouvi falar dele.|- Muito bem, no te rales. Vai l e guia com cuidado.|276Buckstone era do tipo nervoso, o que fazia dele um pssimo mentiroso.|Ordenei que o seu carro ficasse debaixo de vigilncia e descobri que ele fazia chamadas regularmente de uma certa cabine. Foi bastante fcil pr a linha sob escuta e ficar a ouvir. Tal como eu pensava, ele ligou ao Ron Taylor. Tudo o que tnhamos a fazer era investigar o nmero.|276Aconteceu que o nmero para onde Buckstone falou a Taylor era outra cabina. Isso no ajudava muito mas, pelo menos, dava-nos uma ideia geral de onde o Taylor podia andar escondido. Informmos a esquadra local e mandmos colocar a cabine sob vigilncia 24 horas. Taylor nunca apareceu. Nem penso que o fizesse.|276Precisamente quando j pensava que o caso tinha parado, chegou um relatrio com a descrio de um corpo que correspondia  descrio de Taylor. Cheguei l de imediato. Era um restaurante barato. Taylor tinha discutido com algum que lhe espetara uma faca nas goelas e se tinha posto em fuga. Olhei em redor.|276Tudo apontava a Gerald Buckstone. Tinha mltiplas testemunhas, um bocado dos seus culos de sol rascas e a arma do crime. A faca tinha as suas impresses digitais.|Consegui um mandato de priso e meti-lhe as algemas to depressa que nem soube o que o tinha atingido.|276Acabou por se verificar que a rapariga tinha estado num assalto com Taylor e Buckstone. Era a velha histria-uma discusso sobre a diviso do bolo. Livrarem-se da rapariga foi ideia de Taylor mas quem fez o trabalho foi Buckstone. Descobriu que tinha um gosto especial pelo assassnio e decidiu arrumar tambm com Taylor para no ter que dividir a sua parte com mais ningum.|Mas Ron tinha-se protegido. O produto do roubo estava num cofre e ningum sabia a combinao completa. Eu precisava de abrir aquele cofre.|276$100,000 dlares em dinheiro era uma razo suficientemente boa para um assassnio. Tinham escondido tudo e os legtimos donos nunca mais veriam os seus bens. Mas isso no era problema meu. Eu tinha resolvido um roubo e um assassinato. Geral Buckstone estava atrs das grades para o resto da vida e o furtivo Ron Taylor tinha ido para a grande penitenciria do cu.|Mas havia coisas que ainda me aborreciam. Haveria mais algum no negcio-e quem  que teria comprado as mercadorias roubadas?|276William Gable era um advogado de sucesso, um associado snior da firma Gable and Stowcroft-especialistas em casos de discriminao. Era tambm um tipo muito infeliz. Olhei para o cofre vazio que estava na origem do seu desespero.|-  um Bastion 6000-queixou-se ele. Garantiram-me que era inexpugnvel.|- O que estava l dentro? - perguntei.|- Obrigaes, algum dinheiro, papis relacionados com um caso em que estou a trabalhar. Nada de especial.|276Fiquei surpreendido pelo facto de este cofre arrombado perturbar mais Gable do que o porteiro morto que tinha sido encontrado perto do seu apartamento. Parecia que o velhote tinha ouvido algo, fora investigar e pagara com a vida a sua curiosidade.|As peas do puzzle foram-se encaixando  medida que ia examinando o local do crime.|276- Ento, Senhor Gable, de acordo com o seu depoimento, apenas o seu cozinheiro, Bryan, poderia ter passado pelo porteiro e entrado no apartamento. Tinha a chave do apartamento mas no tinha a chave do cofre. Deve ter feito algum rudo a abri-lo. Sabe onde  que ele est?|- Telefonou hoje cedo, dizendo que estava doente e que no poderia vir trabalhar.|- Muito conveniente. Dado que no tem uma fotografia dele, poderia tentar cooperar com um artista da polcia para criarem um retrato rob que possamos utilizar? Quanto mais depressa o encontrarmos, melhor.|276Trinta minutos mais tarde, o Senhor Gable e eu estvamos de volta ao escritrio, trabalhando no esboo de Bryan.|276Se o cozinheiro irlands do Senhor Gable se parecia com aquilo que mostrava o retrato, eu no lhe confiaria para a mo nem uns pauzinhos chineses, quanto mais facas afiadas. Gable concordou que o retrato estava bastante parecido. Eu fi-lo circular por todas as esquadras da polcia, estaes de TV e painis de mensagens da cidade.|No foi preciso esperar muito. Chegou um telefonema de uma estao de servio nos arredores da cidade. Ele tinha atestado o depsito para uma longa viagem. Talvez estivesse a planear fugir para o Mxico. O tempo estava a ficar pior e isso iria faz-lo abrandar. Parti atrs dele.|276No tive dificuldade em encontrar a estao de servio. O dono tinha a certeza que o condutor era Bryan e indicou-me o caminho por onde ele tinha ido. Telefonei para a sede para alertarem a Patrulha das Auto-Estradas e segui atrs dele. Quarenta minutos mais tarde vi o seu carro  minha frente. Assim que liguei a sirene, ps o prego a fundo e arrancou.|276Bryan no avaliou bem as minhas capacidades como condutor. Apanhei o carro, ele saiu e tentou correr. Mas eu impedi-o.|- Ento, Bryan-disse eu, enquanto o algemava-onde  que ias com tanta pressa? Mxico? Ou talvez de volta  Irlanda?|- Calma, calma. Eu no fiz nada de mal!|- Bem, podemos ir l abaixo  cidade e discutir isso em pormenor, se quiseres. Ou ento podes dizer-me quem  que queria o que quer que fosse que estava no cofre do Senhor Gable. Em troca, apresento um relatrio a dizer que te entregaste voluntariamente e que ests a cooperar com a minha investigao. O que  que dizes?|276O medo e a ganncia confrontaram-se na expresso facial do irlands. No foi uma luta dura. Dois minutos mais tarde, tinha a localizao do cacifo de bagagens onde ele tinha guardado os papis. A nica coisa que no sabia era a combinao da fechadura da porta.|276Finalmente a fechadura fez um clique e a porta do cacifo abriu-se. L dentro estava tudo aquilo que Gable tinha indicado como roubado: obrigaes, dinheiro, papis legais. Tambm havia uns tantos extras. Fotografias de Gable num restaurante chique com um tal Lee Pang, um nome conhecido da indstria de jogo ilegal de Nova Iorque; e uma cassete de udio. Voltei ao escritrio para a ouvir.|276Pus a fita a girar. Ouviu-se a marcao de um nmero; o telefone tocou do outro lado e foi atendido.|- Tudo como de costume?|- Sim, meu amigo, tudo como de costume.|- Dez por cento e o caso ser arquivado.|- De acordo.|Interessante. Preciso de saber este nmero de telefone.|276O telefone pertencia a William Gable. Liguei-lhe.|- Boa noite, Senhor Gable. Daqui fala o Detective Kojak...|- Ol, Detective. Julgo que me esteja a ligar para dizer que encontrou os meus documentos!|- Sim, Senhor Gable, tenho-os aqui.|- ptimas notcias! Quando  que os poderei ir buscar?|- Vou visit-lo em breve. Entretanto, procure o melhor advogado que puder-e no saia da cidade.|- O que  que quer dizer com isso?|- "Dez por cento e o caso ser arquivado" - disse eu, imitando a voz da fita, a voz de Gable. Ele desligou sem uma palavra.|Havia qualquer coisa que ainda me estava a incomodar. Era bvio que ele no tinha sabido das fotos e da fita. Ento de onde  que elas teriam vindo?|276Ao trabalhar nestes dois casos, no podia deixar de sentir que alguma coisa, ou algum, estava a puxar os cordelinhos, conduzindo-me s respostas certas. Ou, pelo menos, s respostas que era suposto eu encontrar. Achei que precisava de fazer uma pausa e dirigi-me  carreira de tiro.|276Estava perto de um novo recorde da esquadra mas, no preciso momento em que estava a apontar o meu ltimo tiro, a porta abriu-se por trs de mim e entrou um Ned Root resfolegante. Falhei o tiro-hoje no vai haver recorde para mim. Ned disse que havia uma emergncia-uma situao de refns.|276Ned foi-me informando  medida que nos dirigamos ao local. Um assalto a um carro blindado tinha corrido mal: dois ladres escaparam num carro e outros trs tinham sido encurralados numa espingardaria. Queriam obter um salvo-conduto para fora do pas ou ento, comeariam a matar os refns dentro de duas horas. Depois, vimos um carro  nossa frente de coincidia com a descrio do veculo usado pelos outros assaltantes.|276Os nervos do condutor retesaram-se. No cabia entre os dois carros e perdeu velocidade. Isso foi o seu erro fatal. Quinze minutos mais tarde, dois pares de algemas encontraram os seus legtimos donos. Tratava-se de dois famosos assaltantes: Fridrick Tyl e o seu parceiro Hans Weiss.|276Todo o fruto do roubo-cerca de $ 200,000 dlares em dinheiro-estava no carro acidentado. Acontecera que o alemes tinham atraioado os seus trs colegas e tinham-se posto a andar para dividir a massa por dois em vez de trs. Agora, a nica coisa que iam obter era tempo de condenao. O bando tinha um homem infiltrado no banco que dera a dica sobre os horrios do carro blindado. Tyl e Weiss no sabiam o seu nome, mas tnhamos uma descrio e chammos um artista da polcia.|276A cara parecia familiar, mas no conseguia ligar-lhe qualquer nome. Olhei para livros e livros de fotografias, sem qualquer xito. De repente, lembrei-me. Fui aos arquivos e tirei o processo do porteiro assassinado e do cofre de Gable. L estava o nosso homem, ali mesmo nas fotos, juntamente com Gable e Lee Pang, o rei do jogo ilegal. Mas mesmo assim, no sabia quem ele era.|276Tive outra conversa com os ladres. Iam buscar as suas ordens a um cacifo de bagagens na estao de caminhos de ferro. De todas as vezes a combinao era diferente e eles apenas sabiam a nova quando o seu patro lha dizia. Tomei nota do nmero do cacifo e fui para a estao.|276O cacifo abrir aps uma pequena manipulao. O fim do prazo dado pelos sequestradores estava a chegar ao fim rapidamente; eu precisava de algo que os convencesse a renderem-se.|No interior do cacifo estava um envelope, contendo uma orelha cortada dentro de um saco de plstico transparente e uma nota impressa: "Levaste o dinheiro do Senhor Lee Pang. Foi um erro. O conselheiro do Senhor Pang, com quem conspiraste, traiu-te. Vemo-nos no teu funeral".|276Estes tipos estavam metidos num grande sarilho. Informei a equipa de negociao com os sequestradores da minha descoberta e deixaram-me ouvir uma gravao de uma chamada feita da espingardaria. Falava em Lee Pang. Precisava de saber a quem  que tinham ligado.|276Quando marquei o nmero, ningum respondeu. Investigou-se que pertencia ao apartamento de um tal Terrence Johnson e eu fui l verificar. Dentro do apartamento estava um caos. Parecia que algum tinha destrudo a casa  procura de algo. No meio da confuso encontrei fotos de Johnson. Nessas fotos ainda tinha as duas orelhas e era, sem dvida, o fulano que tinha estado com Lee Pang e Gable. Mas onde estaria agora Johnson?|276Quando os sequestradores souberam que Lee Pang andava atrs deles, no demorou muito at quererem entrar num acordo em troca de proteco policial. Dissemos-lhes para se renderem e que teramos isso em considerao. Apesar das ameaas, ningum tinha ficado ferido. A vida na priso continuava a ser vida, o que j era mais do que podiam esperar de Pang.|276O Juiz Charles Ebbing acabou de ser encontrado morto. Assim que recebi o relatrio na minha secretrio, recebi tambm um estranho telefonema:|- Detective Kojak?|- O prprio. Quem fala?|- Um amigo. Tenho um nome para si.|- Que nome?|- Nick Rey mato Charles Ebbing. Pode encontr-lo no Hotel Double Comfort.|O meu interlocutor desligou. - Obrigado, rapaz! - disse eu para o telefone mudo e sa  procura de um mandato. Quando cheguei ao Double Comfort, no entanto, o mandato no serviu de nada. Nick Rey estava deitado no cho da casa de banho com um golpe na garganta. Examinei o local.|276Nick Rey tinha dado entrada no hotel com um homem. Parece que era ele o principal suspeito. Comecei a interrogar os pessoal do hotel e os hspedes.|276Perguntei a toda a gente que o poderia ter visto. Parece que era fcil as pessoas lembrarem-se dele. Comecei a trabalhar para transformar as descries das testemunhas num retrato.|276Descobrir como  que Nick e esta mulher podiam estar relacionado no foi to fcil. Os dos empregados do bar do hotel lembrava-se de ter visto algum que correspondia  descrio de Nick a falar com ela, mas isso foi tudo o que consegui descobrir.|Achei que me estava a faltar alguma coisa. Voltei para o processo do caso do Juiz Ebbing, para tentar encontrar uma ligao entre ele e Nick Rey ou a mulher misteriosa. Encontrei uma ligao mas no para nenhum dos dois. O nome de Gable aparecia sempre em todos os registos dos casos de Ebbing. Ser que ele tinha estado envolvido com Gable e Lee Pang?|276Fui buscar os ficheiros do ltimo caso do Juiz Ebbing. Tratava-se do assalto ao carro blindado e  subsequente situao com os refns. Ebbing tinha tomado algumas notas  margem, referindo-se a documentos adicionais existentes no cofre do seu escritrio. Ningum para alm do juiz sabia a combinao; precisava de o abrir sem danificar o contedo.|276O contedo do cofre provou-me que estava certo. Ebbing e Gable tinham andado a combinar julgamentos. Alguns tinham sido anulados devido a detalhes tcnicos legais e, noutros casos, Ebbing tinha proferido sentenas invulgarmente leves aos condenados. Poderia ser que Ebbing tivesse pisado algum poderoso? Poderia ter-se zangado com Lee Pang? Cada resposta levava a outra pergunta.|276Investiguei tudo outra vez em pormenor,  procura de qualquer pista, qualquer dica que me pudesse ter escapado. Um dia, dois dias, trs-mas no estava a avanar para lado nenhum. Tinha chegado a altura de aplicar o pensamento criativo.|Um dos gerentes de um dos locais de jogo de Pang tinha-nos passado informaes mas estava muito assustado para testemunhar. Fui visit-lo. Quando me viu  porta, tentou misturar-se com a multido-mas eu no ia deix-lo fazer isso.|276- Ol, Jack. Onde  que vais?|- Theo, tu sabes...|- Para ti  Senhor Kojak!|- Sr. Kojak, sabe, eu tenho uma chamada para atender-a minha irm mais nova est no hospital...|- Certo, Jack, e eu sou o Coelhinho da Pscoa. - Mostrei-lhe o retrato do homem misterioso. - Alguma vez o viste?|- Nunca. Oia, eu...|- Acho que ests a mentir, Jack. Se te lembrares de alguma coisa, chama-me.|- Com certeza, Sr. Kojak.|- Estou a falar a srio, Jack. Chama-me imediatamente.|- J entendi, j entendi.|276Quando voltei para o escritrio havia um envelope na minha secretria. Continha um recorte do jornal dizendo que um tal Charles Welsh tinha morrido num desastre de automvel. Com um pressentimento de desnimo, comparei o retrato do Mister Welsh com o do homem misterioso. Mais uma vez era tarde demais. O assassino de Nick estava morto. Decidi acalmar os nervos na carreira de tiro.|276O Comissrio estava na carreira de tiro, disparando bala atrs de bala no alvo. Juntei-me a ele.|- Pareces tenso, Theo.  por causa desse caso do Ebbing?|-  por causa de todos. Trs cadveres e nenhuma pista para seguir.|- Tiveram o que mereciam. So todos assassinos. Bem-aparte o Juiz.|- O que  que quer dizer, chefe?|- Tenho as minhas prprias fontes. De facto, algumas delas estavam a ajudar-te nestes casos.|Devo ter feito um ar de surpresa. Ele riu-se.|- O Sr. Lee Pang concordou muito simpaticamente em cooperar connosco, depois de termos despachado os seus assistentes.|- Ento isto foi tudo planeado?|- Nem tudo, mas uma parte substancial, sim. O principal  que conseguimos vencer Lee Pang. Graas a ti, em grande parte. Bom trabalho, Theo.|276E foi assim que conseguimos um dos nossos melhores agentes. Onde  que est a justia? Ainda estou a ver se decido. Mas acho que sinto que h uma parte dela que no est certa.|Precisas de escolher: cabea.|Precisas de escolher: orelhas.|Precisas de escolher: olhos.|Precisas de escolher: nariz.|Precisas de escolher: lbios.|Precisas de escolher:|sobrancelhas.|Prime OK para verificares a|tua composio!|Recorda a cara do suspeito.|Prime OK|Erros: |Errado!|Demasiados erros.|Prime OK.|Completo! Prime OK.|As pistas dizem onde os|objectos se encontram.|Um objecto est uma sala |esquerda do outro.|Um objecto est  |esquerda de outro.|Os objectos esto |na mesma sala.|Um objecto est por |baixo do outro.|Escolhe uma pista e prime OK|para seleccionares.|Escolhe o local certo |para um objecto.|Prime OK para colocares o|objecto seleccionado.|O objectivo  pr tudo |na sala certa.|Prime Para Cima/Para Baixo|para escolheres um nmero.|V um diagrama da escuta|telefnica.|Recria um nmero de telefone.|Marca um nmero de telefone.|Introduz todos os dgitos antes|de marcares.|A marcar...|Acabou o tempo! Prime OK.|Nmero Errado!|Ligado. Prime OK.|Esquerda/Direita para|veres o diagrama.|47^|47_|57^|57_|Enche as|clulas vazias.|A verificar...|Prime OK para|verificares.|Errado! Prime OK.|Correcto! Prime OK.|Acabou o tempo!|Prime OK.|Sem munies. |Prime OK.|37_|3700^|370^|37^|Apanhaste o suspeito!|Prime OK.|Tiveste um acidente!|Prime OK.|Perdeste de vista o carro do|suspeito!|Prime OK.|0^|:0^|:^|x0^|Maximas: ^|/^|/||                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        